sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Perdoar não é esquecer!


Escrito por Maxwell Ferraz
Depois de ver o filme “O Poder da graça” que diga se de passagem é muito bom, tive vários pensamentos sobre o assunto Perdão. O filme gira em torno de um pai que perdeu um filho em um trágico acidente, e que não consegue se perdoar, pois acredita que o acidente e a conseqüente morte do filho foi sua culpa.
Lembrei da história de José do Egito, um dos maiores exemplos de como o perdão pode mudar o rumo de uma vida, de uma família e até de uma nação. José foi friamente jogado no fundo de um poço e depois vendido como escravo por seus próprios irmãos e tudo isso motivados pela inveja. O mais interessante é que anos depois José teve a chance de se vingar, mas não o fez.
Hoje, por muito menos as pessoas se aprisionam e passam a viver com fardos pesados sobre seus ombros, por não conseguirem se perdoarem, e também por não liberarem perdão sobre alguém. Estudos já comprovaram que rancor, ressentimentos e falta de perdão podem causar várias doenças como depressão, câncer, entre outras.
Já tive um pensamento equivocado sobre perdão, e talvez você ainda tenha... É um conceito errado que diz que perdoar é esquecer e na verdade não é. Perdoar não significa necessariamente esquecer, é não levar em consideração, é você lembrar-se da ofensa, da calúnia, do adultério, da traição e não sentir nada, pois está curado, no seu interior está tudo resolvido... Isso é perdão.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Democracia na igreja!


Escrito por Jean Ferraz

Em tempos de democracia as pessoas estão sendo ensinadas a escolher por vontade própria a tudo que lhe diz respeito, desde a uma lanchonete, canal de televisão, o supermercado preferido e até mesmo o próximo presidente a governar o país, esse sentimento nos torna pessoas com certo poder de decisão, porém muitas vezes somos levados pela massa ou pela mídia que conduz de forma sutil ou até mesmo de forma escancarada suas preferências. Pois bem, como cristãos no que diz respeito a reino de Deus e suas vontades a conversa muda, estamos debaixo de um governo único e Cristo é o centro.
Porém temos visto de forma velada pessoas e mais pessoas exigindo seus direitos, querendo realizar suas próprias vontades decidindo por suas preferências, infelizmente o sentimento que fica é que até mesmo sem intenção estamos decidindo com qual irmão queremos passar a eternidade, existe uma acepção; seja ela dentro de uma igreja ou entre igrejas.
Quantas vezes essa semana dedicamos algum tempo investindo em alguma pessoa que não nos pode dar retorno algum? Preferimos “ter comunhão” sempre com as mesmas pessoas, isso não impacta nem um quarteirão, se quer ver as coisas diferentes temos que ter postura diferente, não adianta continuar na mesma direção, sempre somos lembrados da passagem do jovem rico que ele não quis deixar o que ele tinha para seguir, mas quantos de nós queremos seguir do nosso jeito também?